segunda-feira, 15 de abril de 2013

CRESCE A CADA DIA A VIOLÊNCIA EM FABRICIANO


Foi morto a tiros, por volta das 22 h deste domingo (14), o repórter policial Walgney Carvalho. Segundo as primeiras apurações da equipe do Plox, que compareceu ao local minutos após o fato, Carvalho chegou em sua motocicleta ao Pesque e Pague São Vicente, no bairro de mesmo nome em Coronel Fabriciano. Estacionou seu veículo, pediu uma pinga e uma porção de carne cozida.
Em seguida, Carvalho se sentou um uma mureta que circula um poço de peixes e ficou ali comendo e bebendo. Cerca de 30 minutos após sua chegada, um homem chegou em uma motocicleta, parou perto do repórter e disparou três vezes contra ele.
A perícia da Polícia ainda não tinha chegado ao local, mas a equipe do Plox constatou que pelo menos um dos disparos acertou a cabeça do repórter.
Walgney Carvalho fazia fotos de fatos policiais para o Jornal Vale do Aço de Ipatinga, o mesmo no qual trabalhava o jornalista Rodrigo Neto, que também foi morto a tiros em 8 de marco na Avenida Selim Jose de Sales, no bairro Canaã.
A reportagem do Plox conversou agora com o editor do Jornal, Breno Brandão. Ele confirmou que o fotógrafo prestava serviços já há muitos anos para o jornal. “Ele trabalhava sim para o Jornal Vale do Aço, mas não de forma exclusiva. Ele também trabalhava como fotógrafo para a Polícia Civil da região”, disse.
O trabalho de Carvalho para a Polícia era para fotografar cadáveres durante a realização da perícia técnica.
O delegado Emerson Morais, que veio de Belo Horizonte para presidir o inquérito de apuração da morte do jornalista Rodrigo Neto, está no local. Coincidentemente, o delegado jantava em um restaurante de Ipatinga, na presença de outros jornalistas que participavam do evento Comida di Buteco. “Tínhamos acabado de falar com o delegado sobre a morte do Rodrigo. Poucos instantes depois chegou a notícia” disse um jornalista.

www.plox.com.br  

Repórter fotográfico de jornal ipatinguense é morto a tiros

Mais um caso envolvendo jornalista assassinado choca o Vale do Aço. Foi morto a tiros, por volta das 22 h deste domingo (14), o repórter policial Walgney Assis de Carvalho, de 43 anos.
A reportagem do Plox compareceu ao local alguns minutos após o fato e coversou com populares. Algumas pessoas relataram que Carvalho chegou ao Pesque e Pague São Vicente, no bairro de mesmo nome em Coronel Fabriciano, por volta das 22 h. Ele teria deixado sua motocicleta estacionada alí e voltava para pegá-la após ter ido com alguns amigos para a localidade conhecida como Cocais.
Logo que chegou, o repórter pediu que lhe fosse servida uma dose de cachaça e um porção de carne cozida. Em seguida, sentou-se em uma mureta que contorna um pequeno tanque de peixes para comer.

Ainda segundo as declarações dos populares, decorridos cerca de 30 minutos, um indivíduo aparentando ter 1,70 metros de altura chegou ao local em uma motocicleta Honda NXR, de cor preta. O homem teria dado a volta por trás e ao se aproximar de Carvalho disparou três tiros.


Carvalho caiu ao chão. A perícia da Polícia ainda não tinha chegado ao local. A reportagem do Plox pode constatar que ele fora atingido por um tiro na cabeça, que transpassou o crânio.
Walgney Carvalho fazia fotos de ocorrências policiais para o Jornal Vale do Aço de Ipatinga, o mesmo no qual trabalhava o jornalista Rodrigo Neto, que também foi morto a tiros em 8 de março na Avenida Selim José de Sales, no bairro Canaã. (clique aqui para ver reportagem).


A reportagem do Plox conversou com Breno Brandão, editor do jornal. Ele confirmou que o fotógrafo prestava serviços já há muitos anos para o Jornal Vale do Aço. “Ele trabalhava sim para o Jornal Vale do Aço, mas não de forma exclusiva. Ele era freelancer e também trabalhava como fotógrafo para a Polícia Civil da região”, disse.
Esta foi a última fotografia postada por Carvalho em sua página do Facebook. Ele postou o retrato poucas horas antes ser assassinado.
 
trabalho de Carvalho para a Polícia era fotografar cadáveres durante a realização da perícia técnica.
O delegado Emerson Morais, que veio de Belo Horizonte para presidir o inquérito de apuração da morte do jornalista Rodrigo Neto, esteve no local com outros delegados da região.

O delegado conversou com a reportagem do PLOX e disse que diante da gravidade do caso não se pronunciaria e que deverá convocar uma entrevista coletiva para esta segunda-feira (15).
Foto: arquivo Plox

Polícia Militar fala sobre o caso

O Capitão Luciano Reis, da Polícia Militar, respondeu ao Plox que já existe um suspeito de ser o autor do crime. Seria o homem mencionado por populares.
O capitão acrescentou ter colhido depoimentos de que o indivíduo teria estado no local por três vezes, algumas horas antes, como se estivesse aguardando a volta do repórter para executá-lo.
 



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